O mundo é cheio de sofrimento, ninguém pode negar. Mas também é cheio de gente que se supera. A maioria das grandes realizações do mundo aconteceram porque as pessoas continuaram tentando.
O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente. E assim é com a vida, você mata os sonhos que finge não ver.
O que mata por dentro é saber que o outro nunca se sente tão mal quanto você. A falta, em si, é uma espécie de egoísmo. Geralmente sentimos falta de quem não sente da gente, caso contrário, nem notamos.
Ah, vai, eu adoro me iludir. Sei que provavelmente tu só me manda essas SMS de madrugada pra fazer uma média comigo e me fazer ficar ainda mais na tua, sendo que deitou na cama e lembrou da tua última opção aqui. E tu sabe que eu nunca te rejeito e sempre te dou abrigo. Mas é melhor pra mim pensar que você passou o dia todo pensando em me escrever e só criou coragem depois. Idiota, eu sei.
01:50am. O fone em último volume, escutando “Maroon 5 - One More Night”, os pensamentos a mil e o bom senso a zero. Minha vida parece ótima, mas a amorosa desastrosa. Estou na madrugada acordado para pensar, mas a vontade inconsciente é dormir. Tenho grandes esperanças que ao acordar, seja um dia melhor. Não estou muito positivo quanto à isso, mas não quero acreditar em outra coisa. Até nas minhas insônias, os pesadelos acontecem.
Engraçado você me perguntar por que te deixei, quando na verdade, você que me deixou, foi você que foi embora, não eu, você nem sequer me avisou que ia, simplismente foi, e quando voltou nem me procurou, então meu bem, quem te deixou não foi eu, estás me confundindo com outro alguém, sempre estive aqui.
Nós éramos totalmente o oposto. Ele era a calmaria e eu o nervosismo. Ele era o nascer do sol e eu o nascer da lua. Ele era doce e eu amarga. Ele era Guns N’ Roses e eu Ed Sheeran. Ele era quente e eu fria. Ele gostava de sorrir, e eu acostumada a chorar. Ele era o verão, e eu o inverno. Ele gostava de viajar com amigos, e eu preferia ler livros no aconchego do meu quarto. Ele gostava de tênis, e eu gostava de havaianas. Ele preferia cachorros, e eu preferia gatos. Ele tinha como cor preferida o preto e eu como cor preferida o branco. Ele gostava de filmes de ação, e eu gostava de filmes de terror. Tudo entre nós era o contrário, do amor ao ódio, da rima a poesia, das palavras ditas e não ditas. Talvez ele fosse isso, a peça que faltava, e eu o quebra cabeça esperando a peça para ser encaixada.